terça-feira, 10 de maio de 2011

Quadras...mais bonitas!

Quando eu morrer, rosas brancas
Para mim ninguém as corte
Quem as não teve na vida
Também as não quer na morte

Quando eu morrer, nem sequer
Na campa uma cruz erguida
Para calvário já basta
A cruz que levo na vida.


António de Sousa

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